Analia Bouter e Fabian Veron moram na cidade argentina de Fontana, no norte do país. Eles
têm quatro filhos e estavam prestes a ter o quinto quando testemunharam um milagre.
Sua filha se chamaria Luciana Abigail, mas devido aos acontecimentos recentes, decidiram
batizá-la de Luz Milagros [Luz do milagre].
A menina nasceu prematura no dia 3 de abril, com seis meses, no Hospital Julio Perrando.
Porém, algumas horas depois o hospital emitiu um atestado de óbito, declarando que o bebê
morreu de causas desconhecidas.
O corpo dela foi colocado em uma gaveta no necrotério do hospital durante 12 horas e seria
enterrado no dia seguinte. Porém, os pais insistiram em ver a filha. Foi então que o milagre
ocorreu. Analia Bouter, dizia “sentir” que a filha precisava dela. Ela lembra que teve uma
reação de choque no primeiro momento em que encostou no corpo frio da filha e a menina,
tremeu, dando sinais de vida. “Dei um passo para trás e caí de joelhos. Meu marido não
sabia o que fazer. Começamos a chorar e a rir. Choramos de felicidade”, lembra a mãe. “Ela
estava coberta e com a pele pálida e muito gelada”.
Após ouvirem um pequeno gemido, os pais seguraram o corpo e correram para a unidade
neonatal, pedindo ajuda dos médicos. Imediatamente, uma enfermeira pegou a criança nos
braços e levou para que fosse atendida. “Ela disse que era como carregar uma garrafa de
gelo”, contou Analia.
Os médicos do hospital dizem não saber como ela pode ter sobrevivido a 12 horas de
exposição ao frio intenso. Os pais da criança denunciaram a negligência do hospital e
afirmam que abrirão um processo. Rafael Sabatinelli, da Secretaria de Saúde da província do
Chaco, emitiu nota avisando que os cinco profissionais envolvidos no parto foram suspensos
de forma preventiva e o caso será investigado. “Espero que os resultados do inquérito sirvam
para aclarar o que aconteceu”, disse.
Mas a mãe diz ter uma boa ideia como um bebê de apenas 26 semanas de gestação se
manteve com vida depois de tanto tempo em um quarto refrigerado. “Eu sou uma cristã. Sei
que tudo isso foi um verdadeiro milagre de Deus”, comemora. A família diz que guarda o
atestado de óbito da filha emitida pelo hospital como prova disso.
Os médicos diziam que não havia sinais vitais. Porém, o pai disse à CNN acreditar que sua
filha, pesando menos de um quilo, teve uma experiência única. “Estamos comemorando o
oitavo dia de sua ressurreição”, enfatizou.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/filha-de-cristaos-dada-como-morta-e-encontrada-viva-apos-12-horas/#ixzz1rq7omnjq
Nenhum comentário:
Postar um comentário